Provas Discursivas de Odontologia - Concursos Públicos de Dentista

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E-book com 55 questões de provas discursivas de concursos públicos de Odontologia - Dentista, inclui 10 discursivas com gabarito da banca examinadora.

Questões discursivas dos cargos de Dentista, Analista Judiciário - Odontologia, Perito Criminal - Odontologia, Analista do MP - Odontologia e outros cargos.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO DE NOVAS QUESTÕES: OUTUBRO DE 2019

Excelente material para consultar o histórico de provas discursivas anteriores da área, analisar os assuntos mais cobrados, nível de dificuldade das questões, formato das questões, padrões das bancas examinadoras, etc...

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Exemplos de questões discursivas:

Analista Judiciário - Odontologia - STJ - Superior Tribunal de Justiça - Ano: 2018 - Banca: CESPE - Odontologia - Odontologia - A gravidez constitui um período da vida da mulher em que os cuidados com a saúde materna e a educação da paciente têm efeito profundo na sua saúde bucal e na de seu filho, fazendo-se necessária, nesse período, uma coordenação entre profissionais da odontologia e obstetrícia, de modo a assegurar saúde bucal da gestante e de seu bebê, assim como a saúde de ambos como um todo. Considerando que o texto precedente tem caráter unicamente motivador, redija um texto dissertativo acerca da importância dos cuidados odontológicos clínicos e educativos durante o período de pré-natal. Ao elaborar seu texto, aborde os seguintes tópicos: 1 importância da promoção da saúde bucal na gravidez; [valor: 15,00 pontos] 2 avaliação, atendimento e tratamento odontológico no período pré-natal (exame radiográfico, anestesia, medicamentos). [valor: 23,00 pontos]

- Resposta: A resposta do candidato deve ser compatível com o que se apresenta a seguir, considerando-se o número de linhas disponibilizadas. 1 A fase da gestação é um momento importante para a aquisição de novos conhecimentos e mudanças de padrões comportamentais da gestante e que podem refletir na saúde bucal do bebê. As ações de promoção da saúde bucal devem incluir a prática de hábitos saudáveis, como higienização tanto dos dentes quanto de toda a cavidade bucal; atividades físicas, que contribuem para a redução do estresse; e eliminação de hábitos nocivos à saúde, como o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas. A promoção da saúde bucal pode focar em hábitos dietéticos, pois o ambiente nutricional intrauterino é de especial importância para imprimir no feto, mediante programação metabólica, características que podem torná-lo, no futuro, uma criança saudável ou mais suscetível ao desenvolvimento de doenças crônicas. A exacerbação das alterações gengivais produzidas durante a gravidez e as evidências da provável participação de componentes bacterianos associados à infecção periodontal contribuem para o nascimento de bebês prematuros de baixo peso corporal. 2 Na avaliação e tratamento da paciente, a cadeira odontológica deve ser mantida o mais vertical possível durante o atendimento, para aliviar a pressão abdominal e manter a paciente confortável. O atendimento odontológico, quando necessário, deve ser realizado em qualquer período da gravidez, desde que com segurança, observando o estado geral e as condições sistêmicas da paciente, selecionando os agentes mais seguros, limitando a duração do tratamento e minimizando as dosagens. A utilização de radiografias deve ser evitada no primeiro trimestre de gestação, especialmente na quarta e na quinta semanas de gestação, visto que a organogênese é um momento crítico. Porém, se todas as medidas de precaução, tais como uso de avental plumbífero, regulação da dose e duração dos raios X, forem realizadas, o exame radiográfico não precisará ser evitado ou postergado para após o parto, principalmente em casos de urgência. Recomenda-se o uso de filmes radiográficos ultrassensíveis, que demandam menor tempo de exposição. Uma das preocupações em relação à terapia medicamentosa para pacientes gestantes são os efeitos teratogênicos, tendo em vista que vários fármacos podem atravessar a membrana placentária. O período embrionário compreendido entre a quarta e oitava semanas é considerado o de maior risco, visto que corresponde à organogênese, processo que ocorre no primeiro trimestre da gestação e que promove a formação primordial dos principais órgãos e sistemas. A anestesia local é considerada segura, mas deve-se atentar para a técnica anestésica, quantidade da droga administrada, ausência/presença de vasoconstritor e efeitos citotóxicos. A solução anestesia local que apresenta maior segurança em gestantes é a lidocaína a 2% com adrenalina 1:100.000, respeitando-se o limite máximo de dois tubetes anestésicos (3,6 mL) por sessão, com injeção lenta da solução. A administração de drogas analgésicas às gestantes deve objetivar uma terapia de curto prazo, suficiente para o tratamento de um processo de doença específica. É válido considerar ainda que, na odontologia, a resolução da dor geralmente requer uma intervenção clínica, o que torna praticamente dispensada a prescrição de medicamentos. Ao instituir o uso do paracetamol, é importante que o profissional repasse orientações sobre a dose diária máxima recomendada, não ultrapassando os 4 g/dia, visto que essa droga é um potencial causador de toxicidade hepática. Em geral, não se recomenda o uso de agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINE) às gestantes. Se usados, eles devem ser administrados nas menores doses eficazes. É importante ressaltar que essa medicação deve ser suspensa oito semanas antes do dia previsto para o parto. Nos casos de procedimentos endodônticos e cirúrgicos mais invasivos e que não puderem ser adiados, podem-se administrar os corticosteroides betametasona e dexametasona em dose única e na quantidade de 4 mg. A prescrição de antibióticos para mulheres grávidas depende de fatores como gravidade da infecção, agressividade do agente etiológico implicado, padrão de sensibilidade aos antibióticos e período da gestação, devendo-se evitar ao máximo o uso de qualquer medicamento no período da organogênese. A antibioticoterapia em gestantes deve ser devidamente realizada sempre que houver necessidade, pois a disseminação sistêmica de uma infecção (septicemia) é considerada teratogênica e pode configurar uma potencial causa de aborto espontâneo. O importante é não deixar que focos infecciosos se disseminem por via sistêmica e reabilitar elementos dentais comprometidos para uma gestação mais saudável. A disseminação de focos infecciosos pode provocar abortos e risco para o coração. Os tratamentos invasivos não emergenciais devem ser postergados para após o nascimento da criança ou, preferencialmente, realizados no segundo trimestre da gravidez, com menor risco de efeitos deletérios ao bebê. Nos primeiros meses de gestação, o organismo da mulher sofre alterações de ordem geral, ao passo que os últimos meses são mais propensos, ou susceptíveis, ao aborto e ao parto prematuro. No caso de intervenções que tenham por objetivo remover a dor e focos de infecção, os procedimentos considerados de caráter de urgência devem ser realizados independentemente do período de gestação, mas com maior cautela no primeiro e no último trimestres, já que nenhuma necessidade deve ser negligenciada pelo medo de colocar em risco a saúde do bebê. Assim, levando-se em consideração tais peculiaridades e sendo a gravidez um período em que os cuidados com a saúde materna e a educação da paciente têm um efeito profundo na sua saúde bucal e na de seu filho, o dentista deve atuar como um profissional da saúde, informar sobre procedimentos preventivos e detectar problemas precoces, além de salientar a importância do acompanhamento do bebê, mesmo antes do nascimento dos primeiros dentes. Referências M. S. N. P. Corrêa. Conduta clínica e psicológica na odontopediatria. 2.ª ed. São Paulo: Santos, 2013. M. S. N. P. Corrêa. Odontopediatria na primeira infância. 3.ª ed. São Paulo: Santos, 2011. R. E. McDonald, D. R. Avery. Odontopediatria para crianças e adolescentes. 9.ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. A. O. Toledo. Odontopediatria. Fundamentos para a prática clínica. 3.ª ed. São Paulo: Editoral Premier, 2005. I. B. Lessa. Promoção da saúde bucal da gestante. 2013. Disponível em: . Rodrigo Gadelha Vasconcelos et al. Atendimento odontológico a pacientes gestantes: como proceder com segurança. In: Revista Brasileira de Odontologia. Rio de Janeiro, v. 69, n. 1, p. 120-4, jan./jun. Disponível em: . R. D. S. Bastos et al. Desmistificando o atendimento odontológico à gestante. In: Revista Bahiana de Odontologia. 2014 Ago.;5(2):104-16. Disponível em: .

Odontologia - TRT15 - Ano: 2015 - Banca: FCC - Odontologia - Odontologia - Paciente com 7 anos de idade, sexo masculino, é trazido pelos pais ao consultório odontológico, cerca de cinquenta minutos após sofrer uma queda na escola. O exame clínico mostra laceração nos lábios e uma fratura complicada da coroa do dente 11. a. Elabore, fundamentadamente, um plano de tratamento.

Dentista - CRO-SP - Ano: 2015 - Banca: VUNESP - Odontologia - Odontologia - Em vistoria de clínica multiprofissional, um fiscal do CROSP constatou as seguintes características: Vistoria externa: Clínica odontológica multiprofissional, localizada no bairro de Santo Amaro, São Paulo, Capital. A clínica dispõe, na fachada colorida de vermelho e amarelo, placa anunciando o nome do estabelecimento e todas as especialidades exercidas no local. Em uma placa, menor e lateral, há a lista de procedimentos realizados no local com os respectivos preços. Não há na placa o nome e o número de inscrição no CROSP do profissional responsável técnico. Vistoria interna: a clínica conta com uma sala de espera de 6x8 m2, com piso revestido de carpete verde-claro. Na recepção há duas atendentes. As atendentes mostram asseio, entretanto não utilizam avental ou uniforme e os cabelos estão soltos. Na clínica há 4 salas com 2 banheiros em comum. Todas as salas de atendimento possuem mesa para consulta (escritório) e equipos odontológicos. Todas as salas têm equipamento de rX. Em todas as salas de atendimentos os pisos são revestidos de PVC branco e as bancadas são de madeira e revestidas por fórmica branca. Todas as salas possuem autoclave e estufa. Não se observou na clínica um local separado para lavagem, desinfecção e armazenamento de material. Os compressores ficam localizados em um compartimento fechado no quintal externo da casa. O lixo é armazenado em sacos pretos e verdes leitosos, no quintal. A coleta de lixo passa no local 3 vezes por semana. Dentro das salas de atendimento, EPIs como aventais e óculos estão disponíveis para os profissionais, entretanto, as auxiliares utilizam aventais, mas não usam óculos protetores. Como fiscal do CROSP, elabore um relatório técnico, seguindo o modelo da ABNT (quanto aos elementos textuais), a respeito da clínica vistoriada, observando a legislação vigente, justificando, inclusive, as penalidades, quando houver.
 
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